segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Sucesso é resultado de esforço

Tenho imensa admiração por uma pessoa que conheci ano passado, uma aluna particular minha. Ela tem aquele sotaque que acho bonitinho no qual enrola-se o "r". Ela e o marido moravam numa cidade do interior, se demitiram do lugar onde trabalhavam, com o dinheiro que juntaram depois de algum tempo trabalhando, rescisão e etc compraram uma kombi, mercadoria(roupa de cama,mesa e banho) e começaram a vender de porta em porta. Ralaram bastante e hoje em dia tem representantes do negócio em vários estados. Possuem duas mega casas,carrões e etc e ano passado viajaram pela primeira vez para a Disney(daí fui dar aula para ela poder se virar por lá,rsrs)  e, obviamente, sofrem com a  inveja alheia. Hoje ela estava me falando disso. A resposta que ela sempre dá a essas pessoas que se cansam de vê-la viajando com seus dois filhos pequenos e aproveitando a vida quando não está trabalhando, aos 34 anos é somente essa: trabalhe, se esforce que você consegue. Também conheci um senhor muto bacana ano passado, um advogado, que sempre curtia as férias dele com a família em algum ponto do planeta e não sabia uma gota de inglês (isso prova que não saber inglês não é exatamente um empecilho na vida de ninguém). Ele me mostrava na maior simplicidade as fotos das viagens dele pelo mundo e eu sempre dizia pra ele: um dia quero ser como você. E o que ele sempre me dizia era: se esforce, trabalhe que você consegue. Então acho que é isso mesmo. Comecei a trabalhar para ter uma bolsa para estudar inglês, hoje em dia é isso que me sustenta e me sustentará por algum tempo.  Então eu acho que tenho lá o meu sucesso pessoal. Logo logo realizarei metas que sempre sonhei em realizar. Então oque eu quero dizer é: nem sempre a fortuna ou sucesso alheio é apenas sorte, pode ser, sim, resultado de trabalho, de muito trabalho, esforço, estudo e muito suor.



sábado, 9 de fevereiro de 2013

"- Hey lady, you deserve better than this!"

Não sei se devo chamar de maldito ou bendito aquele que toca na minha ferida, aquele que atinge meu ponto fraco e que descobre o que me atinge. Não sei qual nome dar. Sei que o erro é amigo e consequência das minhas diversas tentativas de amar. Que venha então a próxima tentativa e quem sabe finalmente um acerto.






domingo, 3 de fevereiro de 2013

Independência emocional


 Três anos atrás eu não sabia o que era pegar um ônibus sem chorar, assistir um programa de tv sem chorar, sair com as minhas amigas para uma festa e não chorar. Não era um choro normal, era um choro de desespero. Eu mal conseguia respirar. Eu não conseguia dormir, parecia que o mundo tinha acabado. Meu pai olhava pra mim e perguntava se alguém tinha morrido, embora ele soubesse direitinho o que havia acontecido. O fato é que eu estava sofrendo de abstinência, daquele dia em diante eu teria que viver sem um namorado do meu lado, sem ter alguém com quem compartilhar os mínimos detalhes e prazeres da minha vida e isso iria acontecer por que eu havia finalmente decidido que seria assim, após longos anos. Por que eu sabia que eu não estava feliz, apesar da dependência que eu tinha da companhia daquela pessoa. Nossa, acho incrível quando eu olho para os anos que passaram e vejo o quanto eu me enriqueci de força e superação durante este tempo e ainda reaprendi a ver a minha vida com outros olhos. Hoje eu vejo que  não preciso namorar para ser feliz, não preciso ter um namorado do meu lado para dar risadas ou preencher meus dias. Estou independente deste sentimento. Não, eu não tenho nada contra relacionamentos, especialmente os saudáveis, nos quais cada um vive sua vida embora as compartilhem um com o outro. Não tenho absolutamente nada contra, pelo contrário, um dia quero ter a oportunidade de voltar a amar alguém desta forma (sem esquecer de me amar primeiramente, é claro). Aguardo verdadeiramente por este dia. Mas é um aguardar mais leve, mais risonho, onde vejo um mundo de oportunidades, onde vejo que não quero qualquer pessoa para chamar de amor. Onde vejo que eu tenho gostos e preferências que são direitos meus, onde sei que posso aproveitar, já que não aparece o meu homem digno, para estar só e fazer amizades diversas, viajar para algum lugar distante sozinha, sem que alguém sinta ciúmes ou se sinta excluído ou sem que eu tenha que sempre pensar em outra pessoa primeiro para tomar as minhas decisões. Além disso posso correr riscos, riscos como o de me apaixonar durante estas viagens e na semana seguinte esquecer. Posso trabalhar bastante e lembrar que mesmo que eu esteja sim, atolada de trabalho, eu faço isso por mim mesma, pelo meu futuro, pela minha realização pessoal. Soa egoísta? Não acho que seja egoísta, acho que isto é essencial. Temos que estar muito bem sozinhos, muito bem mesmo, antes de permitir que alguém ingresse novamente no nosso território pessoal e provoque emoções que, obviamente, precisamos viver. Precisamos estar bem para não aceitar qualquer companhia, para não nos envolvermos com alguém que não tenha o mesmo valor que sabemos que temos, precisamos estar firmes para saber o que queremos ou não queremos nas nossas vidas, precisamos usufruir um pouco do que a vida oferece antes de tomar decisões importantes. Não quero namorar por namorar. Fico me perguntando como algumas pessoas conseguem, eu não acho isso legal. Namorar é para ser algo bom, envolve sentimentos, que não deveriam ser insignificantes. Por isso prefiro ficar só enquanto não gosto verdadeiramente . Vou ficando, sim, acho que muita gente fica. Há pecado em ficar? Sei lá, eu não vejo nada de errado nisso, pode ser que alguém veja, eu já parei de achar que fosse algo tão ruim já faz algum tempo. Mas o bom mesmo é ficar com alguém com quem temos um certo nível de amizade, de entendimento, conhecendo bem a pessoa, se sentindo bem com ela e com maturidade suficiente para entender que pode ser que não vire namoro. É sempre uma faca de dois gumes, em algum momento o sentimento pode surgir. Mas isso é arriscar e arriscar faz a vida ter mais graça. Mas não é regra, podemos passar um ano, dois anos sem estar com alguém, isso é obrigatório? Na minha opinião, de forma alguma, cada um sabe do que sente, cada um sabe dos seus limites e todos nós sabemos que somos seres que conseguem viver bem sem depender emocionalmente de relacionamentos sérios a serem atualizados no Facebook ou na vida que há por trás do mundo virtual.

Portanto:


SEJA FELIZ! Seja feliz sem depender de alguém para isso! Seja feliz da forma que der! Seja feliz tomando o seu café com tapioca no final da tarde ! Seja feliz por poder comprar ou fazer o café e a tapioca! Seja feliz ouvindo alguma piada lesa que algum amigo seu te conta! Seja feliz por ter amigos! Seja feliz por que conseguiu um emprego legal! Seja feliz por poder procurar um emprego! Seja feliz por que vai realizar algo que sempre quis fazer! Seja feliz por saber que ainda existem possibilidades de vir a realizar algum sonho! Seja feliz ao dar um abraço apertado nos seus pais! Seja feliz por ter seus pais perto de você ou por eles estarem vivos, ou por poder lembrar deles! Seja feliz por ouvir a sua sobrinha de três anos dizer que  te ama quando você menos esperava! Seja feliz por poder ver as crianças da sua família crescendo! Seja feliz quando vê seus amigos compartilhando fotos dos seus filhos recém-nascidos! Seja feliz por ver nos olhos deles o quanto deve ser fantástico ter um filho! Seja feliz por sentir os aromas ao seu redor! Seja feliz por respirar! Seja feliz por poder andar na praia no final da tarde! Seja feliz por estar saudável! Seja feliz por poder se tratar! Seja feliz por conseguir escutar aquela música que você tanto ama! Seja feliz por conseguir ler as besteiras que escrevo! Seja feliz, só isso! 



"Love Foolosophy" do Jamiroquai, amo essa música!